quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

RESSURGIDO DA TUMBA, O POETA ENGOLE EM SECO UM COPO DE ÁGUA DO LUSO

A banca banca, a rota.
Arrota a banca, a rota - rota, a banca rota.

Quero dinheiro para comprar um pinheiro;
ou umas meias sem cheiro!

O Natal não é igual ao Carnaval;
assim, vou comprar um pudim e comê-lo até ao fim!

2 comentários:

Sandro Leandro disse...

NUNCA LI NADA MAIS LINDO!

Juju disse...

Oi Nelo!

muito obrigada por sua visita! adorei que você me achou por acaso. agora vou te "visitar" um pouco. mas pelo que já vi, adorei seu blog! Beijos, Juju