Não foi uma viagem; nem um local; nem um momento: é uma coisa. Não uma qualquer - uma bomba. Não calórica, ou de deflagração, ou sexual, como eu!
É uma bomba mecânica fruto da mais elevada engenharia do ramo e que elevou o conceito "radical" a patamares nunca vistos. Ou, pensados; ou, imaginados; nem sentidos - antes, sentados.
E pertenceu ao Rei do Rock, Elves Presli de seu nome, cançonetista francês e de quem sou parente, ainda que remotamente, por via de uma tia que era porteira em Paris.
Todas as palavras são demasia.
Quanta gaja o Rei não há de ter comido no banco traseiro!


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