Das minhas andanças em redor da nossa língua, si mi afigura como mais credível a versão a seguir adiantada dos seguintes provérbios, alterações explicadas pela argamassa de inexactidão que o correr infindável do Tempo acrescenta ao viver de cada um e de todos nós:
-quem não quer ser lobo não faz rappel;
-branco é, ovo com puré;
-grão a grão o Porto é campeão;
-a mulher e a sardinha quer-se lavadinha;
-sol na eira, bebedeira na Ribeira;
-água mole em pedra dura tanto dá que venha chuva;
-tantas vezes vai o cântaro à fonte que a conta há-de ser grande;
-apanha-se mais depressa um mentiroso que um elefante roxo;
-entre homem e mulher se divide o aluguer;
-quem vai a Alcobaça, não passa sem ir a Mafra;
-ter mais piolhos que barriga;
-entre um e outro, que venha o chavalo e escolha;
-o cão ladra, o gato mia, o burro zurra, o cavalo relincha e a caravana passa a caminho de Mafra vinda de Alcobaça;
Aceito sugestões, mas não permito discussões.
sábado, 30 de outubro de 2010
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