Revisitando o celebrérrimo "12 graus", posto a 1ª parte de um magnífico estudo por mim desenvolvido, celebrando a mulher na poesia portuguesa e as cambiantes sociais dessa exaltação.
Se quiseres, vamos ao shopping!
Há gajas e gajas.
Há gajas que são mais gajas que as próprias gajas.
E há gajas que são gajas que nem parecem sê-lo.
Por outro lado, há gajas que não são tão gajas quanto as gajas.
Pedro Silva, estudante de filosofia, 19 anos
Do inacessível como uma bela arte
A minha gaja,
Gaja, minha
gaja, a minha.
Minha, a gaja minha
minha minha
gaja minha gaja.
Silva, 25 anos, toxicodependente
Ò mena,
diz-me as horas!
Quim, habitante do Aleixo
E o cão encontrou o osso.
A minha gaja trabalha na Yazaki e faz renda nos tempos livres.
É sexualmente inactiva.
Por isso,
tenho que ir às putas.
É às terças.
No Padrão.
Vitor Lopes, 39 anos, desemprefado da indústria hoteleira
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