sábado, 20 de novembro de 2010

PUBREMA MUNDIAUSE

A gente temos que se preocuparmos com os probrema do anaufabetismo!
É orjente!

FORTE INSPIRAÇÃO

Sei, de fonte segura, que esta minha peça musical intitulada "Pirlimpampo mágico" influenciou decisivamente o Paco Bandeira aquando da composição daquela música "ó Elvas, ó Elvas" - lamento não recordar o nome.

Fica demonstrado o pendor visionário de toda a minha obra!

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

A MULHER NA MODERNA POESIA POPULAR PORTUGUESA - apontamentos para um estudo - III

Última postagem do estudo pioneiro na abordagem do conceito femínino à luz do pendor anarquista com influência barroca dos proto-clássicos neo-modernos e de como o espelho representa, em sí mesmo, a opacidade da imagem virtual da Mulher moderna na semiótica linguística da 2ª metade do séc. XX.

A melga esvoaçou flor adentro
A valia de uma gaja afere-se pela rapidez com que nos serve a cerveja.
David Torres, patrão, idade desconhecida

FM
Eu curto é Shakira, gajas assim é que é bué.
Nelo, 18 anos, trolha

A problemática do verdete nos sovacos da mulher
A gaja gastou o que o gajo ganhou.
O gajo ganhou o que a gaja gastou.
O ganho ganhou o que o gajo a gaja.
A gaja o que o gajo ganho gastou.
O gajo gasto ganhou o que a gaja.A gaja ganha o que gastou o gajo.
O que ganho gastou a gaja o gajo.
O gaja gasnhou a o que ganho a gajo.
A o que gajo gantou o gaja gasnha.
Luís Napoleão Silva Bonaparte, 50 anos, auto-excluído social



quinta-feira, 11 de novembro de 2010

NECHIONEL GIOGRAFIQUE




Sei que um dia vou desaparecer; quando isso acontecer, não gasteis energia a procurar-me em pinhais, estações de tratamento de esgotos ou no mar: terei sido devorado por dois tigres domésticos!

Orai por mim!!!!

terça-feira, 9 de novembro de 2010

POEMA VISUAL

5-0
cincozero
cinco A 0
5 a Zero

5-0

domingo, 7 de novembro de 2010

CONTAS QUE A VIDA TECE.



Encontrei um amigo que não via, talvez, há uns 30 anos: o avô da Heidi.

Mais velho e acabado mas, ainda assim, pareceu-me o amigo que deixei para trás, quase perdido nas brumas do tempo.
O feliz reencontro com alguém que faz parte da nossa vida; que não sendo da família, é como se fosse nosso pai, nosso mentor, nosso guia espiritual.

É o exultar festivo e ruidoso da criancice, da majestosa inocência do algodão-doce e a perenidade do sonho feito realidade.

Tudo isto com 8 anos!

Menos feliz foi saber novas dos meus queridos amigos de então, que nunca mais vi e, de quem, amiudemente, ouvia falar: a Heidi e o Pedro casaram, logo depois de ele ter vindo da tropa, mas divorciaram-se ao fim de uns anos: violência doméstica, com queixas no tribunal e tudo; a Heidi voltou a casar, dois anos depois, com o Marco, regressado da Argentina e da demanda em busca da mãe. Coitado, que também não teve muita sorte, o rapaz: tanto tempo à procura ( Alzira, acho que era este o nome da senhora - D. Alzira; ou D. Ester! um dos dois, é!) e foi encontrá-la num bordel em Buenos-Aires a dançar tango com marinheiros reformados.
Trabalham os dois, numa bomba da Repsol na N15 e lá vão levando a vidinha. Têm dois putos, um casal.

A Clara morreu, há uns anos, carbonizada no incêndio da roulote onde vivia, agarrada à cadeira de rodas; mas, isto, eu já sabia: havia lido no "JN". Acho que foi um curto-circuíto num cobertor eléctrico!

E é assim, ninguém diga que está bem!
Um destes dias, ligo-lhes para combinarmos uma jantarada com o resto do pessoal: a Maia, o Bana e a Flapy (ena pá!, o que será feito destes dois?), o Vickie, o Misha, e...é pá, tantos e tantos...

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

E ESTE SOU EU A TOCAR FLAUTA.

Cena muito à frente, muito andergraunde.

Daqui a 200 anos será um clássico, estudado como "Os Lusíadas".

Chama-se "Prelúdio ao pequeno-almoço".

ENA, PÁ!!! O MEU FAVORITO!!!!

O que eu curto este gajo, óbelá!!!!!

ÉS GRANDE, LUCKY LUKE!

ERA O ARANHA, VIRAM????

Um fugaz aparecimento do homem-aranha, mas posso dizer que já o vi.

A ele.

Ao Spiiiiiiiiiiiiider-man!

VI O TERMINATOR NO METRO!

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

COSMOS


Pode parecer descabido, eu sei que pode, mas isto é o sol na manhã do passado dia 14, visto da janela do meu quarto, pelas 8h 30m.



A sério!

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

A MULHER NA MODERNA POESIA POPULAR PORTUGUESA - apontamentos para um estudo - II

Segundo post deste magnífico estudo.



Por vezes, sinto uma dor que me assola a zona anal e percorre a espinha até ao cerebelo.

A mulher é um ser maravilhoso.
Adoro!

Anónimo, 30 anos, dançarino de botequim



3 huevos de chocolate e leche con sorpresa.

As gajas são...quer dizer, assim,...ou seja
...portanto, as gajas, a bem dizer é como...
isto é...mais explicito ou...
...talvez...como...
assim...como quem diz...
se...não sei, o que...
ou melhor, é...
...voltando ao princípio,
a gaja é...portanto, é como se fosse...
não, também não é bem isso...
...quer dizer...
podia ser se...
...ou não, é melhor não porque...
se calhar... até é...
vendo bem...portanto...
recapitulemos...as gajas...
...as gajas...
ora aí está uma boa pergunta!
...as gajas...as gajas...
...não sei...talvez...
talvez...
...não...
não sei,
não sei,
é muito difícil, muito dificíl!

Luis Pinto, 31 anos, vendedor ambulante



mai'nada!

Há gajas que são umas putas!

José Lima, 47 anos, motorista



A moral do Morais.

Morais pintor
pintava murais
na lembrança Dorida da Rute Rita

Zé Morais, 42 anos, pintor a pincel profissional



Podes regressar quando quiseres!

Há gajas e gajas
há ir e voltar.

José Crispim, 73 anos, aposentado dos CTT

A MULHER NA MODERNA POESIA POPULAR PORTUGUESA - apontamentos para um estudo - I

Revisitando o celebrérrimo "12 graus", posto a 1ª parte de um magnífico estudo por mim desenvolvido, celebrando a mulher na poesia portuguesa e as cambiantes sociais dessa exaltação.

Se quiseres, vamos ao shopping!

Há gajas e gajas.
Há gajas que são mais gajas que as próprias gajas.
E há gajas que são gajas que nem parecem sê-lo.
Por outro lado, há gajas que não são tão gajas quanto as gajas.

Pedro Silva, estudante de filosofia, 19 anos



Do inacessível como uma bela arte

A minha gaja,
Gaja, minha
gaja, a minha.
Minha, a gaja minha
minha minha
gaja minha gaja.

Silva, 25 anos, toxicodependente



Ò mena,

diz-me as horas!

Quim, habitante do Aleixo



E o cão encontrou o osso.

A minha gaja trabalha na Yazaki e faz renda nos tempos livres.
É sexualmente inactiva.
Por isso,
tenho que ir às putas.


É às terças.


No Padrão.

Vitor Lopes, 39 anos, desemprefado da indústria hoteleira